Em outra reportagem do portal Comunique-se (veja a primeira no post abaixo), desta vez com Carla Soares Martin, a internet mostra mais uma vez sua importância em ano eleitoral. Por pressões, o senador Expedito Júnior (PR-RO) teve de retirar projeto que modificava as penas em crimes contra honra quando cometidos pela web.
Segundo a proposta do parlamentar, quem cometesse cometesse crimes contra a honra pela internet teria uma pena maior que a prevista pelo Código Penal. Agora, ele se mostra solicito em discutir a questão, que não tinha sido apreciada em audiência pública, e em apenas igualar a pena virtual à do Código.
Em tempo
Para saber mais antes de votar e fugir de injúrias, calúnias e difamações, dê uma passadinha no portal da Transparência Brasil. Lá você pode baixar o Mapa de Riscos de Corrupção, que desvenda o comportamento e o histórico dos parlamentares do Congresso Federal, Assembléias estaduais e Câmara Distrital, de Brasília.
Em outubro próximo mais de 5,5 mil municípios brasileiros terão escolhidos seus prefeitos e vereadores e os políticos estão cada vez mais de olho no poder da internet para angariar votos. Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2005, foram mais de 32 milhões de brasileiros que acessaram à rede mundial de computadores.
Em tempos de leão, todo cuidado é pouco. Além de não poder perder as datas de entrega do Imposto de Renda, nem nenhum comprovante de pagamento que garanta uma graninha voltando da boca do felino, o contribuinte tem de se cuidar para não cair em arapucas.
Quem já se aventurou em instalar uma rede sem fio em casa e tentou assim mandar os fios azuis pro beleléu deve ter passado por algumas dificuldades. Uma delas, para mim a mais complicada, é decidir como manter seu sinal de internet seguro e evitar que alguém venha navegar sem ser convidado ou invadir seus dados.